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domingo, 1 de dezembro de 2013

Experiências e estatísticas nas redes




Actualmente, os autores de blogs de opinião conjugam as suas mensagens publicadas com posts nas redes sociais. Além de chegar a um número maior de leitores, os interessados podem até comentar e dar as suas opiniões. Deste modo, apostei numa página de facebook para partilhar os conteúdos que vou escrevendo no meu blog. Pareceu-me interessante dar a conhecer algumas informações e pensamentos a um público que nem sempre partilha da mesma opinião. O debate de ideias é algo que me seduz. Parti, então, para um género de um debate para testar as funcionalidades da minha página, obter novos comentários e poder, ao mesmo tempo, analisar as reacções deste meu público no blog, perante o número de visualizações que fui recebendo com este pequeno teste.


Assim sendo, nos passados dias 21 e 22 de Novembro, coloquei uma série de questões na página de facebook do blog I Am Your Leader.

  • Questão 1: Merkel vai estabelecer ordenado mínimo na Alemanha. Fala-se num montante, ainda não oficial, de 8.50€ à hora. O que pensa sobre isto? 
  • Questão 2: O Google Maps é um serviço de pesquisa que permite o acesso a imagens de satélite de todo o planeta via web. Como utilizador, quais são os pontos positivos e/ou negativos deste serviço?
  • Questão 3: O governo português quer proibir o consumo de tabaco em todos os estabelecimentos públicos. Qual é a sua opinião sobre esta medida?
  • Questão 4: O Natal está a chegar, mas a crise mantém-se. Na sua opinião, como podem os portugueses contornar as dificuldades económicas na época natalícia?
  • Questão 5: A igualdade de tratamento no local de trabalho é um direito de todos os trabalhadores. Embora situações de discriminação (quanto à idade, sexo, orientação sexual, estado civil, raça, religião, convicção ideológica, ...) aconteçam diariamente, a maior parte não chega a ser denunciada. Directa ou indirectamente, as práticas discriminatórias são puníveis por lei. Na sua opinião, considera Portugal como um país que zela pela igualdade de tratamento?
  • Questão 6: No desporto profissional, a decisão final de uma situação polémica em campo cabe sempre ao árbitro principal e seus assistentes. Porém, muitos são os casos em que a posição da arbitragem não permite visualizar o lance em pormenor. Considera que as imagens televisivas deveriam ser utilizadas para anular decisões erróneas?

As perguntas, conforme podem confirmar, tiveram como base questões da actualidade.


A reter desta experiência: O resultado foi positivo. Embora não tenha tido muita afluência de comentários, as questões acima mencionadas obtiveram um nível elevadíssimo de visualizações. O facto das visualizações não se terem convertido em "vontade de opinar" já consiste num outro patamar que devo analisar e saber dominar melhor para a próxima iniciativa.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Alemanha regista bebés com "sexo indefinido"

A partir do dia 1 de Novembro de 2013, as crianças nascidas na Alemanha têm o direito a ser registadas no B.I. com uma terceira opção: "sexo indefinido". Deste modo, os alemães - onde uma em cada 5000 crianças nasce com sexo indefinido - tornam-se no primeiro país europeu a permitir este tipo de registo.

Em que casos se aplica este direito?
Bebés que nascem com uma genética duvidosa, seja pela dificuldade de distinção entre um sexo e outro, como pela existência de dois sexos.

O que assegura este direito?
Permite que decisões cirúrgicas precipitadas não afectem o futuro das crianças. Mais propriamente, assegura o desenvolvimento da criança em primeiro lugar, sem o constrangimento da remoção de um dos sexos, de forma a que seja possível entender qual dos dois de facto é o que prevalece.

Quais as consequências desta nova lei?
A terceira opção de sexo civil, "sexo indefinido", não tem ainda tempo definido para a sua identificação. Isto coloca problemas a nível jurídico, uma vez que, sem tempo limite de identificação legislado, casamentos e uniões de facto podem tornar-se ambíguas.


Por terras lusas, a terceira opção é bastante considerada por geneticistas, académicos e algumas vozes de esquerda. Contudo, sem peso nem força visíveis para tornar (a necessidade de rotular) casos de sexo "não definido" como uma realidade das certidões de nascimento em Portugal.

Será esta nova lei do "sexo indefinido" uma abertura para as restantes mentalidades europeias ou apenas mais um rótulo legal para a necessidade de definir um resultado entre o sexo externo, psicológico e hormonal?